Se você já usou shampoo antiqueda, tônico, suplemento ou qualquer produto que prometia resultado e não teve, não é porque seu caso não tem solução. É porque esses produtos não chegam onde o problema está.








Cada paciente chega com um histórico diferente: Queda recente, anos de produto sem resultado, casos que já avançaram demais. O acompanhamento começa entendendo esse histórico, e não aplicando o mesmo protocolo pra todo mundo.
A Dra. Lara Tavares é médica com atuação em transplante capilar e tratamento clínico da queda, em São Luis – MA há mais de 5 anos dedicados exclusivamente à saúde capilar.
Com mais de 700 pacientes atendidos, já tratou desde casos de queda leve, afinamento progressivo e calvície avançada, cada um conduzido de forma individual, com critério e acompanhamento contínuo.
O Ecossistema PRIMUS é um programa de acompanhamento clínico estruturado para quem quer tratar a queda com critério — entendendo o próprio caso, seguindo um protocolo feito pra ele e acompanhando a evolução ao longo do tempo.
Não existe plano padrão. Existe um protocolo construído a partir do seu caso.
Porém, tem um ponto em que o cabelo para de responder ao tratamento clínico.
Não porque o tratamento é ruim. Mas porque o folículo já ficou sem atividade por tempo demais. Quando isso acontece, o único caminho que ainda existe é o transplante. O transplante realizado pela Dra. Lara começa com a mesma consulta completa do tratamento clínico. Ele só é indicado quando é o caminho certo pro seu caso. Não existe indicação de transplante sem consulta aqui, porque transplante bem indicado é diferente de transplante feito rápido.








Não. Depende do estágio em que está a queda. Casos iniciais e intermediários respondem bem ao tratamento clínico. Casos mais avançados podem ter o transplante como caminho mais indicado. A consulta define isso — não dá pra saber antes de olhar o caso.
Resultado real tem prazo real. Os primeiros sinais de melhora costumam aparecer entre 3 e 6 meses de protocolo contínuo. Resultado de densidade visível, entre 6 e 12 meses.
Não. Traga o histórico do que já usou e faz parte da consulta. O que você tentou antes ajuda a entender melhor o seu caso.
A área doadora cicatriza. A extensão e visibilidade dependem da técnica e de como cada pessoa cicatriza. Isso é avaliado e discutido antes do procedimento — não depois.
Não. O atendimento é particular.
Sim. Atendo casos de revisão, ajuste e acompanhamento pós-transplante. Cada situação é avaliada do zero.